domingo, 7 de julho de 2013

Satisfação e satisfaciência

Satisfação e satisfaciência


O que é a satisfação? Quem está satisfeito? Quem não ambiciona algo mais para sua vida? Que está plenamente saciado em todos os seus objetivos a não ser por um curto período de tempo posterior a uma conquista?

Em nossas vidas somos impulsionados por projetos, planos e ambições que não raro, nunca são alcançados, em certos casos depois de alcançados perdem o seu brilho e valor e em outros tantos, são apenas um degrau para o estabelecimento de uma nova meta mais ambiciosa. Biblicamente, Salomão foi um homem que estabeleceu muitas metas, conseguiu grandes feitos, maravilhosas conquistas e realizações e ao final de sua vida relatou que tudo é vaidade e correr atrás do vento. Relatou ter tido muitas mulheres e não ter se negado nenhum prazer sequer abaixo dos céus, homem que contou com a notoriedade de sabedoria de procedência divina e ainda assim relatou sua insatisfação pessoal. Qual o limite para as conquistas humanas que lhe permitam a saciedade e o preenchimento de um vazio existencial?

Muitas vezes precisamos construir estruturas gigantescas, ao custo de muito trabalho e dispêndio temporal para concluirmos que aquela experiência só serviu para nos mostrar que aquele não era o caminho. Salomão, depois de construir o suntuoso templo que levou o seu nome:

Mas, na verdade, habitaria Deus na terra? Eis que os céus, e até o céu dos céus, não te poderiam conter, quanto menos esta casa que eu tenho edificado.
1 Reis 8:27

O homem será insaciável enquanto não comer do pão que cai dos céus e beber da água da fonte de Jesus.

O termo satisfaciente é um termo técnico, amplamente utilizado em administração voltado a fatores de motivação em recursos humanos ou mesmo em análises de marketing, que aponta que muitos fatores indispensáveis a sobrevivência, não nos deixam satisfeitos. As pessoas não ficam felizes pelo que banalizaram, mais um dia de vida, saúde, as flores no jardim, o conforto, tudo o que já foi adquirido, não traz mais alegria, passou pela transitoriedade momentânea e já partimos para o próximo objeto de desejo, causa de incessante inquietação.

Muitas coisas que nos cercam, já que são motivo de júbilo, como saúde, família, emprego, filhos deixam de ser foco de nossa vida e ficamos observando o que nos falta.

O povo hebreu saiu da escravidão do Egito, adorou a Deus, festejou, mas no primeiro revés, dependência da presença de um líder humano, Moises já construiu ídolo, em pouco tempo já murmuravam, queixavam-se de fome, de sede, desejando voltar ao jugo egípcio. Deus não age em meio a ingratidão, mas em meio a louvores e júbilo e ações de graças.

Jó só conheceu a Deus face a face, depois de sofrer e resignar-se, Saulo só converteu-se em Paulo depois de ser abatido de seu cavalo e tantos outros personagens bíblicos.

Jesus foi a água do deserto e o maná que caiu dos céus, que possamos nos saciar desta nova aliança, agradecendo o pão nosso de hoje, sem nos inquietarmos com o dia de amanhã, dando graças por tudo, buscando a Deus, entregando o caminho a ele, confiando que tudo o mais ele fará.

Oremos como Habacuque:

Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado;
Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação.
O SENHOR Deus é a minha força, e fará os meus pés como os das cervas, e me fará andar sobre as minhas alturas. (Para o cantor-mor sobre os meus instrumentos de corda).

Habacuque 3:17-19


Todas as minhas fontes estão em Deus, toda a minha saciedade vem da palavra de Deus, pois não vivo só de pão, Jesus sacia minha sede, sendo água da rocha, Jesus multiplica fartamente os pães e peixes do meu cesto, para que eu alimente multidões. O Senhor Jesus é o meu bom Pastor e nada me faltará, não me faltará vinho nos meus lagares, pois Ele transforma água em vinho e jamais haverá vergonha para o noivo da igreja e meu cálice sempre transbordará. Todas as minhas provisões vem de Jesus, em quem confio e dEle me são confiadas provisões eternas à medida que emprego bem os talentos que me são confiados. Nada temerei, nem tempestades e nem pragas e nada tenho de mim senão o que do altíssimo provem, nem autoridade e nem força, que algo possa, mas tudo posso nAquele que me fortalece.

Em Cristo Jesus, estou plenamente satisfeito, saciado e me regozijo com tudo que tenho e que sou, pois nada tenho ou sou em mim, de mim mesmo, mas tudo tenho, tudo sou no Pai Celestial, em quem me fortaleço.

Em nome de Jesus, em nome de Deus Pai, pelo poder do Espírito Santo.

Amém

Casualidade e causalidade

Casualidade e causalidade


O acaso e a causa são parâmetros que permeiam a mente humana principalmente em meio aos sinistros ocorridos ao longo da nossa vida racional. É praticamente impossível a aceitação de certos fatos, principalmente os desagradáveis, sem a análise por estes dois aspectos.

Uma pergunta comum do indivíduo em meio a turbulências é “Onde foi que eu errei?”, mas corriqueiramente esta frase busca um culpado terceirizado e raramente uma autoanálise. Outra pergunta corriqueira seria: “O que eu fiz para merecer isso?”, em ambos os casos está originando-se na ideia de causalidade, mas será que realmente estaríamos checando as falhas no planejamento ou execução, em busca de correção no processo que levou uma situação ao caos?

A casualidade para nossa mente é bem melhor aceita para o que é extraordinariamente bom, em relação ao outro, ou seja, se algo acontece de maravilhoso na vida alheia, imediatamente atribuímos ao fator casual, mais facilmente ainda a questões de sorte ou destino. Seja uma promoção, ou um prêmio aparentemente imerecido. Raramente reconhecemos o íntimo vivido pelo indivíduo, até que Deus o abençoasse de tal forma. O infinito universo particular de cada um só Deus conhece, as angústias, tristezas, mágoas, capacidade de suportar, de perdoar, de amar e de aprender a ser dependente dEle, reconhecendo a própria limitação e a abrindo mão do livre arbítrio, que é o que Jesus nos ensina, quando nos diz para sermos como crianças, para vivenciarmos o Reino dos Céus.

Tenho visto amigos, bastante queridos recorrendo a confortável doutrina espírita, de Alan Kardek, em busca de um bálsamo para suas dores de perdas de entes queridos, crendo na reencarnação e na causalidade de todos os fatos, no entanto, com a autoridade de quem já professou esta doutrina, gostaria de esclarecer que nem todo sofrimento é causal à luz da Bíblia, fonte de consulta de qualquer denominação que se diga cristã. O sofrimento de Jó, não teve origem em si próprio ou em suas falhas, mas sim num desafio de incorruptibilidade humana frente às tentações de Satanás. Neste mesmo aspecto existe uma crença de destino, chamado carma, relativo a culpas de atitudes de vidas passadas, no entanto, esta mesma doutrina, tanto quanto as demais reencarnacionistas (budismo, hinduísmo e etc) professa que de uma vida para outra existe um apagamento da memória, denominado “véu do esquecimento”, para que suportem uns aos outros, sem requerer culpas e estaríamos todos envolvidos numa teia de reconciliação por ações de retratação. Voltando ao Livro Sagrado, Jesus quando interpelado sobre quem pecou para que um homem sofresse, ou sobre o que fez tal homem para tal sofrimento, o Mestre responde que ninguém pecou, mas que aquele mal, serviria somente para honra e glória de Deus.

Realmente é incompreensível a Justiça Divina à luz dos olhos humanos, pois estamos acostumados a relacionar nosso sofrimento a causalidade e Deus de forma inescrutável nos mostra a Sua misericórdia. Jesus disse que veio para os pecadores, escandalizava por perdoar os pecados, inclusive promovendo cura, determinando “Vá e não peques mais”, no entanto, diferencia o milagre da cura, do milagre da salvação, como no caso dos dez leprosos, que pela fé ficaram curados, mas pela atitude de conversão, de gratidão do que voltou para agradecer, recebeu a salvação.

Outro caso intrigante de salvação é do criminoso crucificado ao seu lado, que nada fez ao longo de toda a sua vida por uma merecida recompensa, entretanto, na última oportunidade de sua vida terrena, teve o discernimento relativo ao aspecto messiânico de Jesus, reconheceu-O como um Rei, arrependeu-se e conquistou um lugar no paraíso. Não é injusto isso aos nossos olhos? Sim, mas não aos olhos de Deus, por isso Jesus nos fala, “vinde a mim, vós que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei”. Jesus nos fala de “nascer de novo”, para conhecer o reino dos céus, não se tratando de morte e reencarnação, mas sim na capacidade de deixar para trás o passado, perdoar a si e aos outros, enxergar a vida por uma nova perspectiva, com os olhos de Jesus, por essa lente do amor incondicional, capaz de perdoar seus algozes, mesmo pregado numa cruz.

O nosso destino causal é viver em abundância, desde que vivamos para o propósito de nossa missão, estando alinhado com o sonho de Deus para nossas vidas, pois temos o livre arbítrio para fazermos escolhas erradas. Tanto Saul, como Davi, tinham total possibilidade de reinar segundo a vontade de deus, no entanto, suas escolhas os levaram a desastrosas consequências, inclusive geracionais, suas descendências aprenderam seus erros com suas atitudes e as repetiram exemplarmente.

Os sonhos de Deus se cumprem, se estivermos ligados a Ele, a vida de José era cheia de promessas, mas foram necessários muitos anos e um bocado de sofrimento para que tudo se concretizasse. Não raro, encontramos personagens na Bíblia, que muito erraram antes de Deus usá-los em Seus propósitos. Moisés matou um egípcio, Saul, bem como Davi mataram muitos homens ao longo de suas vidas. Paulo, apóstolo que escreveu boa parte neo-testamentária, perseguiu, apedrejou cristãos, foi preso, apedrejado, Daniel esteve na cova dos leões, Sadraque, Mesaque e Abedenego foram lançados em uma fornalha. Enfim, é como sempre ouço da parte da minha esposa, Deus não nos livra da cova e nem da fornalha, Ele nos livra na cova e na fornalha.

O acaso, realmente não existe, existem consequências de nossos atos, existe o propósito de Deus em nos forjar o caráter e nos preparar para a missão que Ele tem para nós, como vasos nas mãos do oleiro, seja de forma meritória ou não, tudo concorre para que o propósito de Deus se cumpra, mesmo que sejamos vendidos por nossos irmãos como escravos, como no caso de José, ainda que a figueira não floresça e não haja fruto na vide, louvemos ao Senhor, pois Ele está no controle de todas as coisas. Cada um tem seu tempo e tudo tem um propósito debaixo dos céus, até em sua morte, João Batista promoveu arrependimento, missão para a qual ele fora designado, promover arrependimento. Pessoas passaram suas vidas inteiras em meio ao sofrimento, à espera de Jesus, o coxo, o paralítico, o cego, o leproso e tantos outros, que tiveram suas vidas transformadas pelo contato com Jesus.

Eu creio que se você chegou a esse ponto do texto, num contexto onde as pessoas não leem mais do que dois parágrafos, devido ao novo modo de vida cotidiana imediatista é porque você está em busca de uma solução e uma cura para sua vida, “está cansado e oprimido”e precisa da mansidão do Bom Pastor, Jesus, cujo fardo é leve o o jugo é suave.

Em nome de Jesus, pelo poder que há em Seu nome, eu convido a você a declarar em alta voz, proclamando na atmosfera, um novo tempo, oremos, ainda que você já tenha aceitado Jesus, como seu salvador, ainda que já esteja frequentando uma igreja, o caminha da conversão é uma longa jornada e precisa ser cheio de aprendizado e renúncia, principalmente se você quer mudança em sua vida:

Oremos, declarando em alta voz:

Senhor Jesus, eu invoco o Seu santo nome, porque estou cansado e oprimido, declaro que não sou capaz de mudar minha vida pela força do meu próprio braço ou pela minha própria inteligência e sabedoria e sou dependente de Ti.

Rabi, quero aprender de Ti e Te seguir, abro mão de meus planos, do meu livre arbítrio e quero viver os planos de Deus par a minha vida, quero me desfazes de toda associação e aliança que eu tenha no mundo material e no mundo espiritual que me afastem de Ti.

Eu estabeleço uma aliança contigo, me despojando de todas as minhas forças, deixando para trás toda a armadura que eu construí para o meu corpo e para a minha mente, devido as machucaduras que a vida e as minhas escolhas me impuseram, eu recebo de Ti uma nova veste, leve para prosseguir, eu renasço, a partir do perdão a todos os que me fizeram mal, pois isto para mim é um fardo, eu me desfaço do jugo da culpa, perdoando a mim mesmo pelas minhas falhas. Eu recebo em minhas mãos o Teu evangelho que será sempre luz para o meu caminho e me desfaço de todas as crenças de casualidade e deposito toda a causalidade da minha vida em Ti, nos planos de Deus, pelos qual darei graças por tudo que se suceder.

Jesus, tudo o que tenho e tudo o que sou é Teu, que não seja feita em minha vida a minha vontade, mas a Tua, pois Tu bem sabes o que é melhor para mim e os Teus planos e a Tua visão permitem escolher os meus caminhos para o meu próprio bem. Eu te agradeço, porque me aceitas, apesar de mim e do que fui, mas eu recebo de Ti, o que sou em Ti, o que posso em Ti, e tudo o que serei, vivendo a plenitude de Deus, para a qual fui criado e acesso todos os meus dons Espirituais, hoje, agora e para sempre.
Amém

O que me importa?



Bênção ou maldição?



O que é a verdade? A Verdade é Jesus, o Caminho e também a Vida, vida em abundância, vida na qual teremos aflições, mas em todas as batalhas, teremos vitórias. Jesus é a quebra de toda a maldição hereditária, espiritual, desde a ancestralidade pecaminosa de Adão e Eva, simbolicamente falando, em conotação bíblica.

A Bíblia conta a história da criação humana, do pecado, do povo de Israel, de seus pecados coletivos comportamentais como nação e a consequente escravidão, o surgimento de um libertador, os períodos de peregrinação, de espera e consequente libertação e o esquecimento do abençoador e da ingratidão pela bênção.

Todo o Velho Testamento tipifica a jornada espiritual do ser humano até sua libertação através do Messias, mas de nada adianta uma libertação física, geográfica, territorial, conquistas terrenas, se não formos libertos dos desejos da alma e vivermos na plenitude da comunhão do Espírito, que se apresenta no Novo Testamento, após a ressurreição de Jesus e sua ascensão para o Pai.

No Velho Testamento é, relatada a história da maldição lançada sobre toda a terra, que viria matar todos os primogênitos, de todas as casas que não tivessem sobre seus umbrais, o sangue de um cordeiro, sacrificado, sem manchas, perfeito e uma ceia, uma comunhão foi servida naqueles dias para a libertação do cativeiro, a partir desta maldição, uma bênção.

Em Jesus não há mais maldição, ele é o próprio cordeiro, sem mácula, que deu o Seu sangue como moeda espiritual para uma nova aliança, isenta de maldições, livre de pecados pessoais ou ancestrais, mas precisamos crer nisto. Ele e o Pai são uno, um está no outro e Suas obras testificam Sua característica messiânica. Este sangue é a bênção derramada sobre a Terra proclamando o Novo Testamento da libertação do cativeiro da alma, não mais de um povo, mas de todos os povos, como um só Reino.

Mas a verdade, também é aquilo em que se acredita, no sentido de verdade pessoal, até que seja desvendada a mentira, esta é crida como verdade. Quantos de nós não acreditamos em nossa infância em figuras míticas e mitológicas que nos aprisionaram a comportamentos? Muitos se comportaram conforme a vontade dos pais para merecerem os presentes de Papai Noel, não saiam ou se afastavam de suas casas, de seus pais, pelo medo do homem-do-saco ou do bicho-papão ou seja lá o que for. O fato é que depois de desmistificado o personagem, a verdade nos libertou desses medos, mas com isso, vem também consequências indesejáveis subliminares, a perda de confiança nos nossos pais, na transição da infância para a adolescência, por essas mentiras manipuladoras, apesar de bem intencionadas, nos levando a uma desconfiança, que conduz a desobediência e as tristes consequências.

Há muitas pessoas ainda cativas de mentiras, de obras de feitiçarias, de enganos e de maldições, que podem ser facilmente quebradas pelo poder do nome de Jesus, que vem da aliança feita com a humanidade pelo Seu sangue, através da quebra no mundo espiritual de toda maldição lançada sobre nossas vidas.

Existem pessoas que se consultaram com cartomantes, com videntes e falsos profetas que lançaram maldições sobre suas vidas, no intuito de intermediarem esta quebra a fim de obterem algum ganho com isso, ou mesmo, tendo sido usados por satanás para impedirem o propósito de Deus em suas vidas, pois esse é seu terrível objetivo.

Existem as leis de Deus e as consequentes bênçãos pela obediência e as consequências da desobediência, mas nenhum ser humano foi criado para o ter ou causar sofrimento, mas sim para através de seu sofrimento recorrer a Deus e receber dEle o perdão e a misericórdia como instrução comportamental para sua nova conduta perante a vida. Deus nos acolhe e nos perdoa, para que nós assim também o façamos, numa atitude de discipulado.

Há quarenta anos atrás, era habitual que antes de se recolherem para dormir os filhos pedissem a bênção de seus pais, que ritualmente respondiam, “que Deus te abençoe” numa atitude displicente e sem observar o real significado, se tornando uma bênção da boca para fora, por parte dos pais e somente até os ouvidos de seus filhos, por ter se tornado algo mecânico.

Existem casos de pais e mães que amaldiçoam seus filhos com palavras. Certa mulher vivia falando aos seus filhos, tomara que vocês arrumem uma mulher bem isso ou aquilo para aprenderem a valorizar a mãe de vocês. Provavelmente já viram pais declarando aos quatro ventos que seu filho nunca vai ser “ninguém” na vida, professores, irmãos mais velhos, vizinhos, condenando crianças e adolescentes a um futuro de desgraças pela incompreensão de que cada um tem um tipo de comportamento, uma forma de aprendizado, vocação e inteligência aplicada a uma determinada atividade dentro do propósito para o qual Deus o criou e é muito difícil desacreditar nisto, quando vem de pessoas mais velhas, ou com alguma autoridade sobre este indivíduo, ou que tenha alguma influência sentimental ou emocional, tornando-se uma maldição sobre esta vida.

Existem pais que amaldiçoam seus filhos com suas atitudes, pois as crianças e também adultos não aprendem com o que é falado, mas com o que é feito, de tal forma que o efeito do comportamento é muito superior ao do ensinamento oral. Uma criança criada numa casa onde haja constantes desentendimentos, contendas, ciúmes, agressões físicas e verbais, adultério, egoísmo e falta de paz, vai aprender que esta é a realidade da vida, na maior parte dos casos e compreenderá tudo isto como um parâmetro de normalidade na qual irá se enquadrar, buscando para si relacionamentos deste tipo, porque esta é sua referência.

Este comportamento abençoador ou amaldiçoador, seja comportamental ou verbal está presente em todos os níveis de relacionamento onde haja um envolvimento emocional ou de dependência hierárquica, seja no trabalho, na família, na igreja ou em qualquer outro ambiente, devemos nos policiar sobre palavras e atitudes, buscando nos assemelhar a Cristo, que é o amor, aquele que veio para curar, libertar e abençoar, para a honra e glória de Seu nome e para que venha a nós o reino dEle.

Senhor Jesus,

Eu aceito o sacrifício, o Seu sangue derramado na cruz, creio na Sua morte e na Sua ressurreição que me lava de todo pecado, que me livra de toda maldição lançada sobre mim e sobre a minha descendência e na redenção para qual o Senhor vieste a este mundo.

Eu rejeito toda maldição lançada sobre mim, ou sobre minha parentela, eu recuso a todo sofrimento, quer tenha sido falada na minha presença ou na minha ausência, quer seja na forma de palavras lançadas na atmosfera, quer seja materializada através de objetos de feitiçaria ou recursos mágicos e das trevas. Eu destrono, em nome de Jesus, todo principado e potestade que tenha recebido ofertas e oferendas para agir na minha vida, seja sob a forma de presentes, ou sangue de animais, em qualquer lugar, seja nas encruzilhadas, igrejas, caminhos ou mesmo cemitérios, pois sobre mim foi derramado o sangue do Cordeiro, Jesus Cristo, nenhum demônio tem autoridade sobre mim, pela minha atitude de dependência de Deus e arrependimento de meus pecados e pelo perdão a mim concedido por jesus Cristo.

Eu recebo, as bênçãos e a prosperidade de filho de Deus, de amigo de Deus, com todas as prerrogativas que são provenientes de Jesus Cristo e acesso nEle tudo o que preciso para cumprir o que Deus tem para mim. Eu sou o que Deus diz que eu sou, eu tenho o que Deus diz que eu tenho e com Ele somente tenho aliança e somente ele tem autoridade sobre mim e por isso em tudo que acontece dou graças, pois ele é o meu Senhor e tudo coopera para o meu bem. Obrigado Senhor, por tudo que recebo agora, sobre minha vida, todas as bênçãos, daqui por diante, em nome de Jesus.

Eu recebo Senhor Jesus, a mesma ordem de Deus a Abraão: “Sê tu uma bênção”. E torno minha vida, através de Ti um ministério Teu na terra.



Amém




Você pode ainda louvar a Deus:




O Que Me Importa?

Já passei por espinhosos caminhos
Fui perseguido e humilhado
Não me sinto mais sozinho
Pois Tu tens me exaltado
As batalhas eu ainda enfrento
Mas agora com coragem
És o meu pastor e o meu sustento
Que me conduz a verdes pastagens
O que me importa o que dizem ou que dirão?
Se Tu disseste, que tudo posso em Ti
O que me importa o que eu vivi?
Se Tu estás comigo nos dias que virão...
Do passado guardo só aprendizado
Hoje estou contigo, Tudo ficou para trás
Sob Tuas asas tenho caminhado
Testemunhando tua Glória, Oh meu Pai
Colecionando bênçãos e vitórias
Grato por todas elas todo dia!
Por isso anuncio a Tua Glória!
E isso é o que me dá, ânimo e alegria